Ontem, fui a um casamento singular. Tudo muito diferente do comum, e que valerá a pena ser dividido aqui ao longo de alguns posts. Hoje, ficarei apenas na entrada das alianças.
Gostei muito porque, de todos os casamentos que já assiti, foi a entrada mais original.
Primeiro, entrou um menino de uns 6 anos, tocando a música “Se essa rua fosse minha” em uma flauta doce, sozinho. Quando ele estava quase chegando ao altar, ele parou e a orquestra continuou a música. Começou a entrar, então, a daminha com as alianças. Sorridente ela andou por sobre o tapete vermelho. O menino que antes tocava a flauta, ao ver a daminha passando, tomou-a o braço e subiu ao altar com ela para a entrega das alianças.
Lindo, romântico e encantador.
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Quando a gente decide casar, parece que tudo que é peça de enxoval vira uma tentação.
Eu mesma, não resisto! Fico namorando tudo quanto é coisa que eu gostaria de ter em minha casa assim que casasse, desde os talheres até os móveis. Tudo é encantador, e às vezes a gente chega a sonhar. Nessa brincadeira de adquirir coisas bonitinhas, comprando uma aqui e outra ali, a gente acaba perdendo a noção de quanto está gastando com isso.
Fui a um Chá-de-Panela esse final de semana. Lá, uma moça casada estava conversando comigo e me disse que sobrou tanta coisa repetida no enxoval dela, que ela estava até com dificuldade de guardar em casa. Depois de ver o tanto de coisas que a minha amiga, para quem fizemos o chá-de-panela, ganhou, pensei: “não vale a pena ir gastando o dinheiro aos poucos com essas coisas, já que são essas coisas que as pessoas nos dão!”.
Então, a dica hoje é caprichar no chá-de-panela. Convide todas as amigas, programe uma tarde bem legal, e aproveite para economizar nos miudos do enxoval. O casamento em si já exigirá gastos o bastante!